Critério de referência: 85 dB(A)
Nível que corresponde a 100% da dose diária para uma jornada de 8 horas.
Avaliação da exposição ocupacional ao ruído com dosímetros calibrados, seguindo a Norma de Higiene Ocupacional 01 da Fundacentro.
O resultado serve de base para o PGR, o LTCAT e o PPP, o PCMSO e os laudos de insalubridade, e precisa resistir a uma fiscalização ou a uma perícia.
Conte quantos setores e funções precisam ser avaliados.
A dosimetria mede quanto ruído o trabalhador recebe ao longo da jornada. O dosímetro fica preso à roupa, com o microfone próximo ao ouvido, e acompanha a pessoa em todas as atividades, somando a exposição minuto a minuto.
A NHO-01, da Fundacentro, define como essa avaliação deve ser feita: quais parâmetros configurar no equipamento, onde posicionar o microfone, como verificar a calibração e como calcular a dose e o nível de exposição normalizado (NEN).
Medir o ruído com um decibelímetro por alguns minutos não é dosimetria. Uma leitura pontual mostra o nível naquele instante, mas não a exposição da jornada, que é o que importa para a saúde do trabalhador e para os documentos legais.
Conheça as Normas de Higiene Ocupacional no site da Fundacentro.

Estes são os parâmetros de referência da norma. O laudo deve informar a configuração usada, porque ela muda o resultado.
Nível que corresponde a 100% da dose diária para uma jornada de 8 horas.
A cada 3 dB a mais, a dose dobra. É a principal diferença em relação ao Anexo 1 da NR-15, que usa 5.
Níveis abaixo desse valor não entram no cálculo da dose.
Corresponde a 50% da dose. A partir dele, a empresa deve adotar medidas preventivas, como o controle audiométrico.
Nível que não pode ser ultrapassado em nenhum momento da jornada sem proteção adequada.
Configuração do circuito de medição para ruído contínuo ou intermitente, conforme a norma.
Seguimos os procedimentos da NHO-01 do planejamento ao laudo.
Levantamos funções, setores, máquinas e turnos para definir quem será avaliado e em que dias, de forma que a medição represente a exposição real de cada grupo.
Verificamos a calibração com o calibrador acústico antes de começar, posicionamos o microfone na zona auditiva e acompanhamos a jornada registrando atividades e ocorrências. No fim, verificamos a calibração de novo.
Calculamos dose e NEN, comparamos com o nível de ação e os limites, e indicamos as medidas de controle. O laudo traz equipamentos, configuração e certificados de calibração.
Ao revisar laudos de outros profissionais, como assistentes técnicos em perícias ou na revisão de documentos de clientes, estes são os problemas que mais encontramos.
Dosímetro e calibrador precisam de certificado de calibração em dia. Sem ele, não há como demonstrar que o valor medido é confiável.
A NHO-01 exige verificar a calibração antes e depois de cada medição. Se a diferença passar de 1 dB, a medição deve ser descartada. Muitos laudos não registram nenhuma das duas.
O microfone deve ficar próximo ao ouvido, a cerca de 15 cm da entrada do canal auditivo. Preso na cintura ou no bolso, ele mede outra coisa.
Medir 15 ou 30 minutos e projetar para 8 horas ignora pausas, picos e mudanças de atividade. O resultado pode ficar acima ou abaixo da realidade.
Trabalhamos com dosímetros de ruído das marcas Criffer, Inlite e Chrompack, que registram ao mesmo tempo os critérios da NHO-01 e do Anexo 1 da NR-15, além de calibrador acústico para a verificação em campo.
Os certificados de calibração dos equipamentos acompanham o laudo, junto com a configuração usada em cada medição. Isso permite que qualquer auditor, perito ou médico do trabalho confira como o resultado foi obtido.
Uma medição bem feita alimenta vários documentos. Por isso ela precisa ser feita uma vez, do jeito certo.
Entra no Inventário de Riscos e define as medidas de controle do ruído no Plano de Ação.
Comprova ou afasta a exposição acima de 85 dB(A) para fins de aposentadoria especial, com o NEN calculado pela NHO-01.
Orienta o programa de audiometria dos trabalhadores expostos acima do nível de ação.
Usa o critério do Anexo 1 da NR-15 para definir se há adicional de insalubridade.
A maior parte das nossas dosimetrias é feita em indústrias, em linhas de produção, usinagem, estamparia, manutenção e utilidades, e em obras de construção civil, onde a exposição muda conforme a etapa da obra e o equipamento em uso.
Atendemos a partir de Guarulhos, em São Paulo e na região metropolitana. A dosimetria também faz parte das demais avaliações de higiene ocupacional que realizamos, como calor, vibração e iluminância.
Se o problema é o barulho que chega aos vizinhos, e não a exposição do trabalhador, o serviço adequado é o laudo de ruído externo, pela NBR 10151.
Responsável técnico: Anderson da Silva Barbosa, engenheiro de segurança do trabalho e engenheiro civil, CREA-SP nº 5070977492.
Mais Vida Saúde e Segurança do Trabalho, empresa registrada no CREA-SP. Página revisada em outubro de 2026.
O que as empresas mais perguntam antes de contratar a avaliação.
Informe os setores e funções e enviamos uma proposta com o plano de amostragem.